Pessoas lindas

Eu tenho sorte. Mais do que sorte, eu tenho sensibilidade para enxergar a essência de cada pessoa. De tudo o que eu tive na vida, o que sempre gostei mais, foi das minhas pessoas, de poder ser ouvinte , conselheira ,e por ai vai... , sou grata a Deus , por ter feito a diferença na vida de cada pessoa que passou por mim .
Por este motivo criei este Blog para contar os casos e acasos da minha vida com as minhas pessoas e também compartilhar o meu lado Jornalístico
que muitos conheçem . Obrigada pela visita , espero que gostem , beijooooo no coração.

terça-feira, 27 de julho de 2010

estou na caverna...

Tenho os meus conflitos  internos , vou explicar :
todas as vezes que consigo atingir o que tanto desejo ou sonho entro em paranoias , rsrsrs  , tenho Depressão ...... fico triste  na caverna , não quero falar com ninguém ...

Quando realizei um dos meus  sonhos  que no momento eram  minhas cirurgias plásticas  , desacreditei rsrsr fiquei Depre ...estava bela ,linda com o corpinho da Barbie , mais triste arrasada ....ai percebi sabe o que  ?

Que  quando realizamos os nossos  sonhos e desejo   , isto não nós fará mais felizes pq a felicidade é um estado de espirito , claro que é bom , uma realização pessoal , mais não acrescenta em nada  apenas em nosso auto estima .

O Importante é o que temos por dentro a  nossa essência  .Mais isto é bom o que acontece comigo , porque consigo apreender que a felicidade é muito mais do que sonhos , a felicidade esta nas coisas mais simples da vida, nos pequenos detalhes .
Agradeço a Deus por entender isto ,  e  sou feliz

sábado, 24 de julho de 2010

Despedida


Pessoal , estou me separando de um casamento de 18 anos e achei que este texto da martha Medeiros
expressa tudo o que estou vivendo , leiam...

Despedida
Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente,
seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro,
com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,
já que ainda estamos tão embrulhados na dor
que não conseguimos ver luz no fim do túnel.

A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.

A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre,
sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também…

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir,
lembrança de uma época bonita que foi vivida…
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual
a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis,
mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,
que de certa maneira entranhou-se na gente,
e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’
propriamente dita. É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos
deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por
ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos,
que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”.

Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou,
externamente, sem nossa concordância,
mas que precisa também sair de dentro da gente…
E só então a gente poderá amar, de novo.

Martha Medeiros